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DIU Mirena

Vamos conversar um pouquinho sobre o Mirena amoras? Siiim!

Mas Mirena?! Aham! Mirena é um método contraceptivo da marca Bayer. Ele é inserido no útero e libera doses de hormônio (levonogestrel) diariamente durante 5 anos.

Em fevereiro de 2017, eu coloquei e agora, quase um ano depois, sinto mais confiança em compartilhar minha experiência com vocês.

Antes de ficar grávida do meu Francisco, eu usava o DIU de cobre, mas não estava satisfeita, pois ele baixava muito minha imunidade e isso afetava diretamente na minha saúde. Todo mês eu tinha que tratar alguma infecção (entendedoras, entenderão).

Como já tinha conhecimento da praticidade dos DIUs, optei por testar o Mirena, ao invés de voltar a usar anticoncepcionais.

Mas vamos ao que interessa! O que é o Mirena?

O Mirena é um sistema intrauterino, em forma de T, que, após a sua inserção, libera o hormônio levonorgestrel dentro do útero.

Quais são as vantagens do Mirena?

  1. Diminuição do fluxo menstrual ou até mesmo a interrupção da menstruação;
  2. Não há alterações significativas de peso;
  3. Reduz os efeitos da TPM;
  4. Pode ser usado durante a amamentação;
  5. Pode ser retirado a qualquer momento; e
  6. Não há esquecimento diário de uso de medicação.

E as desvantagens?

  1. Dores de cabeça;
  2. Cólicas nos primeiros dias;
  3. Acne; e
  4. Aumento de pelos no corpo.

Como ele funciona?

O Mirena previne a gravidez através do controle do desenvolvimento da camada de revestimento do útero (endométrio), de forma que essa camada não fique suficientemente espessa (grossa) para possibilitar a gravidez.

Promove também o espessamento (engrossamento) do muco normal do canal cervical (abertura do útero), de forma que o espermatozoide encontre dificuldade para entrar no útero e fertilize o óvulo. Além disso, ele também afeta a movimentação do espermatozoide dentro do útero.

E qual foi sua experiência Dani?

Vamos por partes. Fiz todos os exames, comprei o Mirena (meu plano de saúde cobriu apenas a inserção), e, no dia marcado para a colocação, fui toda animada e ansiosa ao consultório que me deu um anestésico oral para diminuir o incômodo.

Muitas meninas me perguntaram se eu senti dor para colocar e confesso que ainda não sei explicar se era dor ou incômodo. São como beliscões fortes, porém, depois que o Mirena foi colocado, não senti mais nada!

Temos que considerar que contribuíram para eu não sentir dor a minha gravidez, o meu trabalho de parto, os 6cm de dilatação… Isso tudo ajudou para o “afrouxamento” do meu útero e acredito que por isso não senti tanta dor. Sejamos sinceras!

Pronto, coloquei! E depois?

Nos primeiros dias senti uma cólica leve, afinal tinha um objeto estranho dentro de mim e meu corpo tentava expulsá-lo a todo momento. Depois disso, juro que não senti mais nada!

Porém nem tudo é tão bom quanto parece. Em setembro de 2017, meu rosto começou a encher de cravos e espinhas de repente (oi, adolescência?). Tentei resolver com limpeza de pele, mas nada adiantou.

Voltei à ginecologista, pois tinha certeza de que era alteração hormonal. Para minha surpresa, a médica afirmou que era consequência do Mirena e que dos males esse era o menor (concordo!).

E, segundo ela, isso seria resolvido apenas com produtos de uso tópico ou com a retirada do Mirena (fuen, fuen, fuen…). Essa parte continua em outro post.

Dani, depois disso tudo você ainda recomenda o Mirena?

Amoras, convenhamos. Eu tive a mínima reação! E sim, recomendo de olhos fechados!

Minha menstruação diminuiu (eu menstruo por um dia, fluxo quase que inexistente e apenas de 3 em 3 meses), minha TPM desapareceu (meu marido agradece demais) e não vi alteração de peso. A única ressalva é quanto à pele e isso teve solução.

Bem amoras, espero que vocês tenham gostado da minha simples experiência com o Mirena. E você o que achou do Mirena?

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